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Process nerd | Simplify processes by engaging people
Emerson Dantas é conhecido como o Nerd de Processos, CBPP Certified e vice-presidente de Comunicação e Marketing da ABPMP Brasil com 20 anos de experiência em gestão por processos de negócio. Listado como um dos 50 influenciadores TOP Voice da América latina no tema liderança em processos, é palestrante e consultor em Gestão de processos com foco em transformação ágil de processos. Matemático formado pela UFRRJ, com MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC, mestrado em Administração pela Université d’Angers e especialização em Gestão de Projetos pela Université Paris Nanterre. Atua como professor/coordenador de MBA e programas executivos no IBMEC, IBG e Execoop, foi reconhecido como um dos 30 servidores empreendedores da gestão pública brasileira no GovLab Experience 2016.
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Quanto mais eu trabalho com processos, mais essa frase faz sentido para mim. Porque um processo não nasce no Bizagi, no Visio, no ARIS ou em qualquer ferramenta de modelagem, ele já existia muito antes de alguém desenhar a primeira caixinha. Ele existia quando alguém dizia: “manda para mim que eu resolvo”. Existia quando uma pessoa pulava uma etapa porque sabia que, se seguisse o procedimento oficial, o cliente esperaria três dias. Existia naquele Excel paralelo que ninguém colocou no procedimento, naquela ligação feita para acelerar uma aprovação, naquela atividade que oficialmente pertence a uma área, mas que todo mundo sabe que, na prática, é outra pessoa quem resolve. ISSO TUDO É PROCESSO. O fluxo apenas torna visível uma parte daquilo que a organização já faz. Talvez por isso eu tenha cada vez mais dificuldade com projetos de mapeamento que começam pela ferramenta, pela notação ou por uma entrevista baseada em perguntas engessadas. Se você entra em uma sala preocupado apenas em descobrir “qual é a próxima atividade?”, provavelmente vai documentar uma sequência de tarefas, mas pode sair sem compreender o processo, além de ter que lidar com as possíveis mentiras. Processos são executados por pessoas, e pessoas criam acordos informais, atalhos, compensações, interpretações e maneiras próprias de fazer o trabalho acontecer. A literatura de BPM já discute há bastante tempo que cultura e orientação para processos influenciam a forma como as pessoas executam aquilo que foi definido. E pesquisas sobre transformação organizacional reforçam outro ponto importante, envolver quem está na linha de frente não é detalhe metodológico, é parte relevante da transformação. Quem executa conhece partes do processo que o procedimento desconhece. É por isso que, para mim, mapear não é simplesmente perguntar o que a pessoa faz e transformar a resposta em BPMN, mas observar contradições, entender por que os atalhos surgiram, perceber onde a regra deixou de funcionar e criar um ambiente no qual as pessoas consigam dizer como o trabalho realmente acontece, e não como imaginam que deveriam responder para o analista de processos. Por isso as entrevistas individuais ocupam um tempo que não faz sentido. É preciso sair desta linha psicanalítica e amedrontadora e passar a trabalhar facilitação de grupos de forma efetiva Porque existe uma diferença enorme entre desenhar o processo prescrito e compreender o processo vivido. Quando conseguimos materializar essa realidade em um fluxo, o desenho deixa de ser documentação, ele vira uma conversa da organização com ela mesma. E talvez seja exatamente aí que comece uma transformação de processos de verdade. E você? O que pensa sobre isso? #processos #bpm #gestaodeprocessos #culturaorganizacional #melhoriacontinua E voc #processos #bpm #gestaodeprocessos #culturaorganizacional #melhoriacontinua
Tem processo demais sendo chamado de processo só porque alguém desenhou um fluxo. Tem entrada, atividade, responsável, sistema, aprovação, indicador e até um BPMN impecável. Mas existe uma pergunta que deveria vir antes de tudo isso: Que transformação esse processo produz e qual valor conseguimos perceber ao final? A definição clássica de processo já carrega essa lógica. Davenport tratava processos como um conjunto estruturado de atividades desenhado para produzir uma saída específica para determinado cliente ou mercado. Repare que o ponto central não é a atividade, mas a transformação. Recebemos um insumo, fazemos algo com ele e produzimos um resultado que deveria ser diferente, e mais valioso, do que aquilo que entrou. Por isso, executar todas as etapas corretamente não significa necessariamente ter um bom processo. Um processo pode estar 100% aderente ao fluxo e, ainda assim, consumir tempo demais, gerar retrabalho, aumentar o custo, frustrar o cliente e entregar pouco valor. E aqui está uma distinção que considero fundamental: eficiência operacional não é sinônimo de geração de valor; podemos ser extremamente eficientes fazendo algo que não deveria mais existir. É por isso que, em iniciativas de transformação, eu gosto de provocar uma mudança na pergunta. Em vez de começar com “como esse processo funciona?”, começar com: “Que transformação este processo deveria produzir e como sabemos que ela realmente gera valor?” Depois disso, mapear, automatizar, medir e melhorar começa a fazer muito mais sentido. Porque processo não existe para manter pessoas ocupadas, alimentar controles ou produzir fluxogramas bonitos. Processo existe para transformar. E transformação sem valor é só trabalho acontecendo. E por aí. Tem mais transformação que fluxos? #gestaodeprocessos #transformacaodeprocessos #melhoriacontinua #processosdenegocio
De onde veio a base para mapear processo em 1 dia? Pega a visão. #nerdsdeprocessos #processos #mapeamentodeprocessos #psicologia #psicologiahumanista
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Emerson Dantas is a B2B LinkedIn creator based in Brazil with 21,922 followers, posting about Manufacturing, Productivity, and Agencies / Consulting. On Naano, one sponsored LinkedIn post by Emerson Dantas costs €494, a fixed price per post.
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